3 de fevereiro de 2014

Shin Megami Tensei: Persona 3 FES e Portable.


Hello Personas!

Sentiram a piada ruim embutida no meu comentário de apresentação?

Olha, quem me conhece sabe que não sou lá o maior fã de Final Fantasy... E em contrapartida sou MUITO fã de Persona 2.


Tanto é que já falei do Innocent Sin e do Eternal Punishment com pouco período de intervalo da postagem entre ambos.

O que rola é que eu joguei direto, me prendi no PSP no remake do Innocent Sin e no PS1 aconteceu a mesma coisa no Eternal Punishment, joguei direto do console.

E foi uma época ruim, apesar do jogo, eu deixei de comer, dormir, abandonei namorada, andei com as mesmas roupas por cerca de 10 dias e só trocando tudo quando a situação estava totalmente insustentável.

Foi uma época difícil. Muito difícil. Eu tava mais feio que qualquer zumbi do The Walking Dead. Mas essa superação é assunto pra outro dia!

Mas antes de jogar Persona 2, eu conheci a série no 3. E diretamente no FES.

Pra quem não sabe, o FES é a versão atualizada, melhorada e com coisas extras em todos os aspectos em relação ao Persona 3 normal.


Quando eu tava dominando meu inglês, Persona 3 foi o jogo que eu joguei até os olhos esbugalharem porque foi ele o RPG que eu joguei com dicionário em mãos olhando coisa por coisa, uma verdadeira experiência didática que jamais me esquecerei.

Tirando a parte que as porras de expressões idiomáticas ou palavras diferentes demais não tava no dicionário e lá ia eu rodar a internet na busca por elas...

But, whatever!

Persona 3 é um jogo fantástico!

E o motivo de tudo isso? Vamos descobrir!

Persona é uma franquia com pouco de azar no ocidente...

O 1 coitado, tinha um potencial desgraçado de grande! Mesmo pra sua época, era um GIGANTESCO potencial, mas o enredo no americano foi totamente alterado pra "ocidentalizar" o jogo, deixando o jogo totalmente voltado pra "América para os americanos" e entre outros graves problemas.

Sei que tá difícil de ler, mas abram a imagem e vejam o TAMANHO da diferença.

E você achando que o Secret Of Mana do SNES mal traduzido era um problema grande? Queria ver se tivesse visto um cara branco meio barrigudinho virar um negro com boné e fala gírias do Brooklin pra saber sua reação!

A sorte do Secret of Mana é que o enredo é simples, e isso não afeta muito, mas segundo fontes, os japoneses adoram rir da nossa cara quando se trata desse jogo! Pode pesquisar!

"Molo de rir desse amelicanos que jogam Seclet of Mana"

Mas o Persona 1 ganhou um remake, e você pensa:

"CARALHO, QUE FODA, VOU JOGAR AQUELA MERDA DO JEITO QUE DEVERIA SER SEM O DEDO DOS AMERICANOS MALDITOS DO INFERNO?"

E você recebe o segundo tapa.

Primeiro, que a versão do PS1 tinha METADE dos combates removidos do jogo, ou seja, metade das batalhas aleatórias, e ele já era SUPER difícil, no PSP deixaram isso intacto mas quando você pensa que é uma questão de treino você se depara com um jogo que apesar do enredo fascinante...

Tem muita batalha, os itens são SUPER caros, o dinheiro e experiência ganho em batalha são BAIXÍSSIMOS e a pior parte além de tudo isso...

É que a trilha sonora SOBERBA (talvez a melhor da série) do original de PS1 foi removida e implantaram uma nova totalmente diferente feita pelo Shoji Meguro. Quando você pensa que isso é um sinal positivo, afinal ele fez todas as músicas da série... Assim como de todos os Shin Megami Tensei, Digital Devil Saga e etc...

Outro tapa, a trilha sonora é UMA MERDA, com J-Pop mas não tão bons como Persona 3 e 4, e sim uma coisa genérica, ruim, e ainda com toque americano.

Acreditem em mim, vou deixar o link aqui.

Essa é a música original de combate do 1 de PS1:


Viu que foda? Agora dá uma olhada na remake do PSP:


Sentiram a diferença?

Então se não achou ruim o bastante, e tiverem bastante estômago ouçam a versão da Boss Theme do PS1 e depois procurem a do PSP.

Vocês vão vomitar... PELOS POROS!

Acreditem em mim, só não enfiei um puto dum macete ou qualquer coisa semelhante no PSP (apesar de ter) pra jogar o Persona 1 por causa da PÉSSIMA trilha sonora, e a versão do PS1 eu não tenho paciência pra aturar o lixo americano inserido!

Com isso a lição do dia é, americanos só sabem fazer RPG's puramente americanos, Mass Effect, Fallout e etc... Quando americano coloca a mão em material japonês só dá merda.


E Persona 2 teve pouco mais de sorte, mas o Innocent Sin não foi lançado por aqui...

Alguns hackers desocupados nos fizeram o favor de traduzir, mas quando eu meti a mão no jogo, já tinham lançado o Remake do PSP, lindo de morrer, gráficos remodelados, nova trilha sonora que é um remix ainda melhor das originais e por aí vai.

Uma pena que demorou só quase 10 anos pro remake, mas isso é só um detalhe impertinente!

Eternal Punishment foi lançado aqui, no PS1, americano e com somente adaptações de alguns nomes mais americanizados, mas nada que atrapalhe a jogatina, e ainda assim foi o melhor RPG que eu já tive contato! E quando a felicidade de um fã como eu poderia ficar melhor com o anúncio do remake do PSP...

Ele me é lançado somente no Japão e ainda por cima lançaram a versão do PS1 na PSN como prova de que a versão do PSP NÃO VIRÁ AO OCIDENTE!!!!!

Minha reação ao ler sobre Eternal Punishment pro PSP...

Sim, e ainda alegaram "unusual reasons" pra não lançarem aqui. Ou seja, razões incomuns é a justificativa que a Atlus deu pra uma gama de fãs no ocidente. Por sorte, o 3 e 4 foram lançados aqui com leves alterações nada problemáticas e isso que vou falar agora!

Na verdade, só de Persona 3 que eu vou falar, se quiserem saber do 4 vão ter que esperar um cadinho!

Não me me venha olhar com essa cara, ainda to jogando ele. Relaxem! Agora vamos começar essa joça!

Como essa cena é marcante, melhor awakening de Persona já feito...

Persona 3 trata-se de uma repaginada na série, um novo molde de jogo foi implantado na série e eu não sei dizer ao certo mas acredito fortemente que seja pra atingir mais pessoas, causando um número de vendas ainda maior, claramente, e principalmente pra "driblar" parte da censura.

Nos 3 primeiros jogos (1 e os dois 2) enfrentávamos demônios, entidades malignas que distorciam a realidade e até contato com os pobres capirotinhos nós tinhamos que fazer com a finalidade de nos fortalecer e etc... E isso contando com um enredo profundo e nada maniqueísta.

Isso provavelmente deve ter atingido o que o Amer chamou de "Pais Desocupados da América" e isso provavelmente é parte da causa que causou parte da censura do game!

Isso que dá ser original, ta vendo Sakaguchi?


Então, com tudo isso! O formato mudou e bastante, pra algo mais colegial, mais escolar. E isso poderia ser um problema.

Não nas mãos de Shoji Meguro!

Através de um sistema genial de dias e um calendário, o jogo vai avançando de forma que eventos acontecem em dias específicos, mas nada é avisado na sua cara, é necessário um grande fator chamado loucura paciência pra ver tudo que acontece, muita gente que não entende o jogo provavelmente o acharia chato ou tedioso por ter pouca ação.


Mas a verdade é que ação e o cotidiano estão muito bem divididos de forma que um domínio bem grande do idioma americano é necessário pra se aproveitar 100% do game.

Todo RPG é necessário, na verdade mas em Persona 3 é um pouco mais porque temos eventos aqui presentes que são os Social Links!

Literalmente, os Elos Sociais, esses aumentam o poder dos personas e são ABSURDAMENTE necessários durante o game, claro que você pode ficar sem eles, segurando o botão Triângulo e avançando tudo mas perderia boa parte da graça e principalmente, não teria tanta magia ao seu dispor quando poderia.

Antes que se apavorem, cada um tem 10 níveis, e são muitos, é necessário dividir seu dia, avançar no game pouco à pouco, realizando atividades em determinados dias da semana com cada um deles tudo isso pra se aproximar deles de forma que os entende mais e mais.

Cada pessoa é um arcana e você aumenta a força dela pouco à pouco!

Chegar no nível máximo te permitirá criar a persona mais fucking roubada dessa arcana, dificilmente um persona normal se iguala com esse último que só é possível com rank máximo!


Mas não se desespere, não é necessário o máximo, mas eu recomendo aumentar ao menos de rank 5 a 7 cada um deles, e se possível, claro ao máximo! Porque ajuda muito! Eu tive vários no máximo e outros quase lá, mas os "quase lá" já eram MUITO fortes devido ao fortalecimento do Arcana. Posso assegurar por minha própria experiência que não é necessário rank máximo com todos pra ter um jogo tranquilo!

A trilha sonora é soberba, a música de batalha é a mais cativante da série de longe, eu prefiro a do Eternal Punishment pra ser sincero, mas Mass Destruction é cativante ao extremo. Difícil ouvir ela sem cantar!

E não se preocupe, o jogo inteiro é repleto de músicas fantásticas do começo ao final, o melhor do J-Pop está nesse game. Trilha sonora é muito importante pra um RPG, afinal de contas não é algo que se pode terminar com 4 ou 5 horas... É necessária muita dedicação e uma trilha sonora ruim pode matar um game e temos o remake do Persona 1 pra provar isso!

Continuando... Outra coisa legal é a combinação de personas que geram magias combinadas também. É bem bacana e o problema é que é específico demais... Eu preferia como Persona 2 como por exemplo "tal magia de fogo" + "tal magia de vento" gera uma nova magia... Mas enfim, no 3 não é ruim!


Falando em uso de Personas... Uma grande alteração foi que somente o principal usa vários Personas!

Eu sinceramente, acho um incrível passo pra trás, em Persona 2, todos os aspectos da humanidade de uma pessoa gera uma persona diferente, cada um tem o seu único mas TODOS usam vários, porque todo mundo tem várias faces, e isso faz muito sentido.

Todo mundo usar vários Personas é um aspecto de gameplay que não é citado na história mas que faz total sentido, afinal de contas, todos nós temos dias de raiva, alegria, tristeza, angústia e por aí vai. Ou seja, cada fase de nossa vida, ou cada dia poderia muito bem virar uma Persona se tratando do universo do jogo!

E em Persona 3 (e no 4 também) isso se perde, cada pessoa tem LITERALMENTE um Persona e no caso é a personalidade total da pessoa materializada, quando a pessoa "cresce", e seu coração aceita a si mesmo vamos assim dizer... O Persona dela evolui e ponto final. Só isso!

Isso remete à um maniqueísmo que agora sim é presente no jogo, é necessário ser sempre o bonzinho-camarada-good guy pra evoluir. E sinceramente, em vista do 2, não consigo ver como nada além de um grandioso passo pra trás!

E pra ser sincero, acho que Shoji Meguro foi "forçado" à fazer isso, jogos como Digital Devil Saga ou SMT: Lucifer's Call (ou Nocturne) são feitos por ele e mantém a mesma atmosfera macabra, acontece que Persona popularizou demais e acredito que isso foi o necessário pra manter a série viva!


E querendo ou não, existe a possibilidade uma hora cansarmos da "fórmula" e melhor mudar do que manter a imbecilidade que eu e o Dipaula tanto vemos em Final Fantasy! Como ele mesmo já escreveu aqui.

Falando em enredo, o desse jogo não é nada além de fantástico!

Mas é bem complicado falar sobre ele, o máximo que eu direi é que existe um lugar onde os Shadows (antes demônios, e agora suavizaram os nomes e etc...) existem e há ligação deles com esse mundo, causando nas pessoas a Síndrome da Apatia, fazendo as pessoas perderem sua vontade de se manterem vivos, elas se tornam praticamente pessoas sem "alma". Sem vontade pra nada, é como ver aquele seu amigo depressivo.

Se isso já aconteceu com vocês, sabem do que falo... E se não aconteceu com vocês eu sinto nada além de inveja, é uma coisa terrível de se ver mesmo de forma sutil em um game.

E além dos usuários em si só terem um Persona, o principal pode ter vários por motivos do enredo do jogo, falar quais são daria um leve spoiler e eu não vou dar nada além do necessário pra não estragar a surpresa!


O legal dos personagens do game é poder conhece-los de dentro pra fora, querendo ou não, Persona aborda pessoas comuns, com roupas comuns (exceto por Baofu, que não é menos legal por isso) e não há muita chance de se cativar por eles por visual, mas quando os entendemos, desenvolvemos um laço forte com eles, é bem foda essa ligação e sinceramente é o ponto mais positivo de toda a série!

Nesse jogo temos um bobão engraçado (Junpei), a garota kawaii e nem por isso menos legal (Yukari), a garota durona (Mitsuro), o cara badass que resolve tudo (Akihiko), o brigão de rua (Shinjiro), a criança que amadureu mais rápido que deveria (Ken), um cachorro com carisma transbordando (Koromaru), a garota mais meiga desse mundo (Fuuka). E o principal, que você batiza como quiser. Os nomes oficiais dele não fazem diferença, no jogo você o batiza mesmo.

E também uma robô que desperta tesão nos mais tarados (Aegis)...

Sério, se você sente tesão num ROBÔ que tem visual do sexo feminino, se interne, você tem sérios problemas!

Se você sente tesão por uma robô... Use o GPS dela pra achr um hospital pra você. Seu doente.

Se você conhece quem desenhou essa ilustração (muito bem feita por sinal) interne ele. Se você sente tesão e pretende enfiar suas genitais num monte de parafusos... Se interne junto com ele. Combinado?

Eu conheço um manicômio muito bom, fiquei lá internado uns meses depois de zerar Persona 3 e...

COF COF!

De volta ao assunto....

Caso você jogue a versão do PSP ainda terá uma garota que mudará TOTALMENTE a visão do jogo, por parte dela, porque no jogo com o garoto, você interage com homens e vive o cotidiano de um garoto, e se jogar com a garota, tudo se inverte, você passa a ter respostas e vida de uma garota. Isso acrescenta muito à versão do PSP! Muito mesmo!

Mas acredito que a maior vantagem do Persona 3 Portable seja controlar todos os personagens de novo!


No PS2 tanto no normal quanto no FES existe uma ideia idiota de só se controlar o principal, ao menos existe um sistema tático que te permite deixar os personagens mais ofensivos, mais defensivos, curando mais e etc... Ao menos a Inteligência Artificial do jogo não te deixa na mão em hora alguma!

Já pensou se fosse a mesma IA da Ashley do Resident Evil 4? PUTA MERDA! Muita gente reclama da Sheva no RE5 mas eu só tenho à reclamar da loira retardada do 4 mesmo.

Entretando o FES do PS2 tem um jogo inteiro extra, o modo The Answer que tapa todos os poucos buracos do jogo normal, quando terminarem, se prestarem BASTANTE atenção, verão que há sim, uma ou duas coisas não muito bem explicadas.

Porém, a dificuldade do The Answer parece ter sido feita pelos criadores de Siren. E isso é um péssimo sinal.

Nesse game, contamos com Aegis como principal, e temos Metis, uma nova personagem, uma robôzinha que é mais legal que Aegis visualmente e com um enredo por trás de sua existência muito massa.

Infelizmente, eu não tolerei a dificuldade do jogo, joguei totalmente sem cheats ou coisas do tipo e eu não vejo possibilidade de se terminar o game sem algo assim! É bem parecido com Persona 1...

Muito difícil, pouco dinheiro, muita batalha, e sua recompensa de batalha pra batalha é tão minúscula que te desmotiva totalmente, os chefes então... São mais frustrantes que qualquer outra coisa. Frustrante é a palavra ideal pra esse modo!

FRUSTRANTE!

Uma grande ideia aliada à uma das maiores frustrações que já vi num RPG em termos de dificuldade...

Demorei DEZ HORAS pra achar a primeira loja de itens e o meu dinheiro ganho foi suficiente pra uns 3 ou 4 itens e NENHUMA arma pra evoluir meus poucos personagens em grupo.

O que eu digo, infelizmente é absurdamente literal. A dificuldade beira a loucura de tão alta, como eu disse, tudo é muito mais caro de costume e os itens encontrados durante as dungeons são de te fazer rir de tão inúteis.

Mas eu não resisti, li a história por fora, achei simplesmente fantástico, genial, brilhante e simplesmente instigante.

O final do 3 normal dá um gancho muito bem usado no The Answer, uma pena que seja tão absurdo de difícil, o pouco que eu consegui jogar, achei incrível!

Mas agora eu sei o enredo por fora, sem jogar! Minha nossa, como sou vida loka!


No final de tudo, as duas versões valem à pena por motivos diferentes, honestamente eu não sei qual das duas acho melhor, ao mesmo tempo que acho uma nova história foda, eu também acho muito boa a ideia de ver a mesma história com outros olhos!

Vale citar que a única diferença em gameplay além de escolher todos os personagens é que no FES você pode usar todos os tipos de arma com o principal e no Portable você somente usa espada de uma mão com o garoto e lança com a garota. O motivo disso... eu não sei, mas imagino que seja limitação (gráfica) do PSP.

Hoje em dia com a oitava maravilha do mundo chamada PIRATARIA, podemos ter acesso à zilhões de jogos e com isso você jogador perverso da humanidade que tem um PS2 desbloqueado pode jogar o FES tranquilo ou baixar o Portable pra jogar no seu PSP igualmente destravado!

Além dos emuladores, que são mais óbvios que a frase: "Final Fantasy 8 é um lixo supremo e retardado".

Sei que vão ressaltar o quanto sou hater do FF8, o que não deixa de ser verdade e o quanto falo bem de Persona... Mas vejam bem que eu disse um bocado de aspectos negativos, o que acontece é que Persona tem mais positivos do que negativos...

E outra coisa que achei idiota na série, foi novamente o lance de invocar personas... Primeiro que era pra todos terem vários mas só o principal tem... Mas tem outro agravante, a dificuldade de se invocar um.

Thou art I, and I am thou...

Todos, sem exceção... São obrigados à usar evokers que são "armas falsas" que despertam o Persona porque o barulho da bala é algo que dá a "sensação de perigo" necessária pro Persona aparecer.

Isso é uma boa ideia, mas uma arma falsa... Bom, é meio broxante, se ainda fosse com balas reais e os personas antes de atacar impedissem as balas ou fosse algo mais natural ao menos dos seus personagens, seria deveras melhor...

Ainda acho que aprender a invocar naturalmente, mesmo que com o decorrer do jogo com os personagens largando os evokers de lado, como parte da "evolução" do persona, seria MUITO mais foda.

E ainda dizem que sou hater de Final Fantasy e puxa saco de Persona e olha que o 3 está entre os meus RPG's favoritos.

Enfim, o que acontece é que não podemos ignorar um aspecto negativo só porque há um positivo muito maior e vice-versa.


Com tudo isso, deixo essa recomendação "breve" sobre Persona 3, acredite, o jogo é maior que a chatice da sua tia que mora longe e pergunta "e as namoradas?", a diferença é que Persona é sempre bom, menos o 1... Mas você entendeu.

Enfim. Somente joguem!

Enjoy!

6 comentários:

Avalanche Alvers disse...

Sempre preferi o SHin Megami no quesito história...não bastace o teminha "faces das personas", e tu ser tão Emo que o Robert Smith rouba seu dinheiro do lanche...ainda enfiaram as pistolinahs com tiro na cabeça pra ativar o blablabla...

Tb acho tosco só dois ou três entidades realmente estarem na história, enquanto todo o resto vira apenas um nome genérico sem importância pra trama.

a qestão de misturar com o contidiano é algo que eu smepre quis num joguinho dos x-men e o Legends 1 quase acertou.

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

"Sério, se você sente tesão num ROBÔ que tem visual do sexo feminino, se interne, você tem sérios problemas!"

Junin,isso vale para a Dizzy de Guilty Gear? tipo, ela é....ahhhh...é

gostava de achar que Guilty era luta de anjos contra demônios, e não robôs. enfim, Persona 3 é incrível mesmo e tenho de arrumar tempo para joga-lo. mas com uma porrada de jogos e agora que finalmente deixei de manha e descobri a Steam, ferrou de vez.

o unico contra do jogo que achei é o proprio protagonista, se compara-lo com o Yu de Persona 4, não sei...é muito na dele, não?

Juninho! disse...

Lance, o bangue das entidades eu acho que se bem usado, gera muita coisa boa, o lance de ser nice guy me incomoda um pouco mesmo mas não mais que o maniqueísmo tosco de Final Fantasy ou mesmo os "salve a princesa" que tanto vimos em RPG's, afinal de contas coisas assim é pra Zelda... E não é ruim lá, mas num RPG fica tosco demais.

E Leandro... bom, isso vale pra Dizzy do Guilty Gear sim e eu prefiro o jogo sendo coisa de robôs mesmo, isso de anjos e demônios já ta mais batido que vitamina de abacate no liquidificador...

Mas sério, o principal do Persona 3 é MUITO melhor que o do 4. Ao menos pra mim, mas não posso te afirmar com toda certeza porque ainda to jogando o 4, então já viu... Mas sobre a Dizzy...

Velho, eu não tinha pensado muito nisso!

Acho que também vou me internar...

JC disse...

Exelente análise Juninho. Dá pra sentir a paixão pelo Manato, digo, viver um ano do minato. XD

P3 naõ foi o primeiro da série que joguei, mas definitivamente foi o que me conquistou. Joguei EP no Psone anos atrás mas na época tava na fissura de FF VIII (é sério, toma essa!heheheh) e achei ele complicado demais. Nem cheguei na parte da morte do diretor...Só reparei esse pecado justamente depois de me apaixonar pela combinação a princípio esquisita de Date sin com Dungeon Crawl de P3. O enredo, os personagens, as histórias de cada slink...tudo é muito bem feito e viciante.

Depois de jogar ele fui atrás do 4 que tbm adorei e só depois, impulsionado pelo amor aos 2 ultimos que resolvi dar uma chance aos antigos. Resultado: Persona virou uma das minhas franquias de RPG favoritas. Ansioso pelo 5 e pelo Q (apesar de não curtir muito dungeon crawler em 1ª pessoa). Virei tão fanboy alienado que jogaria até a versão de Project Diva com tema de Persona 4 que vai sair pro Vita XD

Sr. Persona 429232 disse...

gente persona 3 na dificuldade normal é dificil e se for qual é a dificuldade recomendada para iniciantes

Sr. Persona 429232 disse...

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