2 de julho de 2014

Mass Effect (PS3) - Aquele Jogo Mega Foda e Mal Portado.


Pois é minha gente...

Muitos anos atrás, eu li o Blog do Amer e vi o post sobre Mass Effect e fiquei morrendo de vontade de jogar. Como sou fascinado por jogos de luta e por ter um controle muito melhor, minha escolha acabou sendo o PS3...

Quando eu o comprei a primeira coisa que eu lamentei foi:

"Caralho, tem Mass Effect 2 e 3 mas não tem o 1, meu PC não roda... E agora? Quem poderá me defender?"

Mais do que naturalmente tocou aquela músiquinha do "pam pam pam pam" e você imaginou exatamente isso:


Não mintam pra mim, eu sei que foi exatamente isso.

Logo após a sessão de vidência... Aqui estou eu curtindo devaneios aleatórios sobre Mass Effect.

Felizmente anunciaram o Mass Effect Trilogy, e eu depois de muito procurar acabei comprando, ainda no final de 2012, mas e a falta de tempo suficiente pra pegar pra jogar? Fui jogando muitas outras coisas, vi e entendi o motivo que todos odeiam o terceiro jogo mas eu não aguentava mais, eu precisava me virar pra jogar.

E foi assim que tudo começou. Eu não tolerei e independente da falta de tempo eu comecei ele. 

Mas enfim, quem me salvou dessa terrível possibilidade de não jogar esse incrível jogaço foi o estúdio Edge Of Reality. Mas digamos que isso é só bom pelo fato de termos a oportunidade de jogar... porque na prática não é bem assim.

Acontece que o jogo é bom mas o port é MUUUUUUITO porco.

Mas vamos com calma. Eu já chego lá.


Primeiramente, vamos falar do enredo. Afinal de contas, é um RPG americano mas ainda é um RPG. Certo?

Basicamente, você controla Shepard. Um herói que você escolhe o passado, podendo ser um cara que sempre teve tesão em uniformes militares, um dramático que perdeu os pais no processo ou que sempre foi bandido e se aliou ao exército da Aliança dos Humanos pra poder chutar mais traseiros. Também pode alterar a personalidade indo do nice guy até o mais filho da puta impiedoso de todos os tempos e também sua classe, sendo assim, a possibilidade de ser um soldado (armas de fogo e PEW PEW PEW adoidado), engenheiro (hacker que pode pegar mais informações e usa menos armas pesadas) e biótipos (que são os que usam poderes telecinéticos e etc...) ou então mais 3 classes que mistura duas das três principais já citadas.

Porém, pegando uma classe mista não será um fodão em nenhuma delas, somente terá algumas habilidades de ambas.


Eu particularmente fui de Vanguard, que é a mistura do Soldado com o Adept. Ou seja, eu usava armas de pequeno e médio porte e tinha de quebra algumas habilidades de biótipo.

E por último você pode escolher se seu Shepard será XX ou XY.

Se não entendeu, volte pras aulas de biologia, aposto que se não tivesse matado essas aulas saberia essas definições.

Com isso o jogo se inicia.

Durante uma missão de resgate, Shepard e mais dois aliados vão salvar uma soldado da Aliança Humana que está em perigo, um Spectre vai na frente, e assim que você cai lá com dois amigos um deles morre. Depois vamos andando e bingo, encontramos Ashley!

Com isso no grupo já temos Ashley e Kaidan, os dois únicos humanos do seu esquadrão e guarde bem esses nomes.

Avançando pouco mais, descobrimos um "farol" e que o Spectre que foi na frente foi morto por outro Spectre, Saren. Esse sem muito falar sai na frente e vamos atrás dele. Chegando à um "farol", que é um artefato de tecnologia alienígena que passa várias visões pra Shepard das quais nada faz sentido e UAU... Temos um belo dum começo.

Com isso, Shepard vai até o concelho intergalático e ninguém leva o que eles dizem à sério, afinal os humanos são de pouquíssima confiança nesse mundo e depois de Shepard se tornar um Spectre provando que Saren é o grande vilão tudo se inicia de verdade. É um início longo mesmo. Mas isso não foi nem de longe um mero spoiler sobre o jogo, a aventura se engrandece é à partir de agora.


Porém... Eu não vou contar! Ahá, pegadinha do Malandro!

Um fator interessante é que o restante da personalidade do/da Shepard é moldado ao longo do jogo com decisões que variam de Paragon ou Renegade, o primeiro é o típico cara bom, nice guy e derivados e a segunda é uma pessoa ruim ou digamos, com visão egoísta o bastante pra se colocar em primeiro lugar.

Mas não é só isso, vários amigos vão te ajudar durante a jornada.

Durante o desenrolar de tudo, mais 4 personagens entram pra seu grupo.

Pra quem não sabe, Mass Effect é daqueles jogos onde a aventura é digamos, muito foda e épica mas o foco está centralizado em seus personagens, por sorte, o vilão Saren é excelente mas o foco maior ta no seu esquadrão.

Não achei screen shot da versão do PS3, então vai do 360 mesmo.

Ashley e Kaidan, os já citados, são humanos comuns, eu não joguei com eles nenhuma vez mas aprofundei com eles muita coisa, e sinceramente... Eles são bem meh. Mas não são toscos nem nada, e sim comparado aos que os outros 4 podem oferecer, eles são até mesmo vazios, mas a Ashley é tosca sozinha. Essa não tem salvação.

Os 4 aliens são Wrex, um Krogan muito daora que tem uma raça já condenada e com isso passamos a conhecer e entender eles um pouco melhor, Garrus, um Turian muito foda, que tem uma personalidade simples do tipo que quer ajudar a limpar o nome da sua raça, que infelizmente Saren e alguns outros fizeram o favor de sujar, Tali, uma Quarian fascinada por tecnologia, que está no processo de peregrinação pra seu amadurecimento pessoal e Liara, uma Asari linda que salvamos durante o game, muito sábia e que nos acompanha em busca de algumas respostas e que todos os jogadores tem um inexplicável tesão por ela.

O jogo te permite a cada missão abrir novos diálogos com todos da nave, não necessariamente com os que você joga, por isso não é necessário jogar com todos pra entender à respeito deles, é aquele típico jogo onde dá a entender que quem vai contigo faz uma coisa e os outros fazem outras dentro da mesma missão. Entendem?

Eu particularmente joguei as missões principais com Garrus e Wrex e as side missions com Liara e Tali.

Meu grupo principal. Simplesmente os mais fodas do grupo.

Agora, o motivo dos dois humanos serem sem graça é...

Kaidan quer nome, ser conhecido por ter feito algo grande e contribuir pro nome da raça humana. E a Ashley só quer provar "superioridade" humana, ela tem um FORTÍSSIMO preconceito contra todo e qualquer ser que não seja humano... Justo num universo onde a diversidade é o ponto forte me vem ela com preconceito... Tosca do caralho! Ao menos eu pude puni-la da melhor maneira possível.

Agora... Não pensem que é um jogo perfeito.

Porque isso é raro. E Mass Effect não escapou da sina de cair em minhas reclamações.

Fazer o que é... é a vida. A ordem natural das coisas é nascer, crescer, ser reclamada pelo Juninho, eu ter razão, e depois ser divulgada em um blog.

Pois é. Agora que entenderam como tudo funciona, vamos adiante.

Eu não sei quanto ao Xbox 360 e ao PC, mas dizem que o gameplay é absolutamente normal nos dois. Apesar de simples, é um gameplay funcional. Mas e no PS3?



Lembra que eu falei que a Edge Of Reality nos permitiu ter acesso ao jogo e a única coisa boa é poder joga-lo em termos de oportunidade, porque na prática não era tão bom assim... Então.

Basicamente, o jogo no PS3 tem bugs violentos e amadores, dos quais com certeza alguém que fez o Duke Nukem Forever poderia realmente se sentir homenageado em determinados aspectos.

Shepard pode mirar e atirar mas no PS3 alguns bugs bizarríssimos acontecem como simplesmente você apertar o botão de mirar e não mirar, ou o de atirar e não atirar. Não pensem que foi meu controle porque eu tenho dois e aconteceu o mesmo problema.

Outro bug alienígena (ba dum tss) foi o fato de simplesmente eu tomar um tiro e a mira de Shepard SUBIR do nada, ou descer. Acontecia mais frequente o de subir, e eu realmente não entendi até agora como isso é possível. Não faz o menor sentido.

Entre outros bugs, temos o carro que nos permitem a exploração. O nome dele é Mako e sua física aplicada nos planetas é péssima, se você jogar, vai ver que os controles dele são horríveis e tem mais, ele pode subir montanhas super íngremes sem a menor dificuldade e em muitos casos onde é necessário conflito direto usando ele, o dano dele é ridiculamente baixo, o de seus inimigos que tem turrets ou mesmo alguns monstros mais fortes chamados de Colossus é absurdamente maior, mas quase sempre existe um relevo onde você atira neles sem que eles te acertem em nenhum aspecto. Tornando as batalhas meio que uma busca de um lugar onde você "burle" o jogo, essa parte foi a única que eu achei com Level Design realmente mal feito.

E o povo gosta tanto desse carrinho, que fizeram centenas de piadinhas como essa:


Esse Mako garante muitas risadas. Eu posso assegurar.

Agora sobre os gráficos.

No PC e 360 são muito bonitos, e infelizmente no PS3 não são nem de longe tão bonitos quanto... Se duvidam, confiram isso aqui:


Nem precisa de muito esforço pra ver a diferença, e se ampliar a foto fica ainda mais evidente porque as expressões faciais no 360 ficam inacreditavelmente melhores enquanto no PS3 temos um efeito "liso". E bem feio!

Outro problema é o bug dos gráficos durante algumas cutscenes, do nada os personagens SOMEM e temos apenas um diálogo com a delícia de uma visão que nos mostra a sala, um quarto ou qualquer lugar, sem ninguém.

Tais bugs aconteceram com frequência até consideravelmente alta, cerca de umas 5 pra 10 vezes num jogo que mal tive 28 horas de campanha pra terminar. E pra piorar tudo vem uma OST que beira o tedioso por ser totalmente inapropriada pra um jogo que apesar de ser um RPG tem como base a jogatina de um jogo de ação. Então... Né?

Outro problema grave foi as side-quests, muitas delas se aproveitam de um determinado local que exploramos no jogo e o repete em MUITAS VEZES.

Simplicidade e drama, assim defino Garrus e Wrex.

Basicamente, você explora planetas, que tem sempre as mesmas coisas, uns minérios e partes de naves ou coisas do tipo que praticamente só aumentam o seu dinheiro e enriquecem de forma totalmente desnecessária o universo do game e em cada um deles tem uma base com inimigos que devemos invadir e matar todos. Um recurso extra pra ganhar experiência e nada mais.

Porém... Todas elas em termos de enredo foram muitíssimo bem feitas, e nenhuma delas é de necessidade pro enredo principal, o que me motivou a ir nesses lugares foi exatamente ver que plot se desenvolveria em cada planeta, mas infelizmente o feeling da exploração era sempre o mesmo: explorar, coletar, achar a base, matar todos e voltar pra Normandy (nave do jogo).

O que mudava era o final dessa parte explorativa justamente pelo enredo, então 95% de TODAS as side-quests são exatamente a mesma merda. Isso cansava e combinado com uma OST que beira o coma foi um saco.

O que posso falar além de tudo isso é que a DLC "Bring From The Sky" é muito foda, um primor de bem feita, com desafio elevado porém no limite (uma vez que saiba usar os relevos mal feitos a seu favor, fica bem fácil) mas tem uma história interessante, um drama bem legal rolando e dizem que a garota que tem maior destaque nessa missão volta no 2.

Infelizmente, só essa DLC vem na versão em disco do Trilogy ou mesmo na versão digital do game, e é a segunda DLC do game, a primeira chamada de "Pinnacle Station" só saiu nos PC's e no Xbox 360 porque o jogo tava tão mal portado no final de tudo que há rumores que o DLC "não encaixava" com o jogo, e bugava tudo. Então depois de algumas tentativas deram o segundo DLC de graça pra compensar a falta desse primeiro, que originalmente também deveria estar no disco.

Pois é...



Agora retomando sobre a OST... o problema dela é que é meio "sem vida", e não necessariamente RUIM. Ela tem a pegada necessária pra ter a identidade de uma história de ficção sci-fi mas ela ao mesmo tempo não tem aquela identidade como em Star Wars que a gente bate o ouvido e entende o recado da situação.

O foda é que dá sono, é meio deslocado, são conversas longas e muita coisa temos de pensar pra responder, tudo isso associado à uma OST quase morta apesar de bem feita não colabora em absolutamente nada pra situação a não ser aquela sensação de tédio mesmo que o enredo e as escolhas sejam o ápice da fodeza.

Ah sim, vale citar que a OST fica boa no final do jogo, se ver que a OST ta muitíssimo melhor, é porque chegou no ato final. Dica preciosa e gratuita.

Outra dica, sempre equipe algum status adicional na sua arma, o jogo te permite um sistema de levíssimas alterações nas armas de forma que você pode por exemplo botar elementos que dão envenenamento nos inimigos logo de cara (foi a que eu mais usei, usei do começo ao fim na verdade) além de aumentar o dano propriamente dito. Minha pistola dava veneno e tinha dano ridiculamente alto enquanto minha shotgun tinha dano igualmente venenoso e ignorando defesa.


Mas vai ser meio tenso de se organizar, o inventário desse jogo é absurdamente bagunçado quando se trata de armas e elementos que temos disponíveis pra status adicionais das armas...

Concluindo, temos um jogo fantástico, um jogo experimental mais do que notavelmente e com vários problemas principalmente na sua versão final portada pro PS3, todos que jogaram no PC e X360 garantem que não tiveram muitos problemas, só alguns mais típicos como carregamento de texturas em alguns casos mas nada sério. Enquanto no PS3 quase tudo é um problema.

Mas independente disso, as sides chatas e a OST morta não é culpa do PS3 e sim do jogo, porém vale MUITÍSSIMO à pena pra todos que tem "medo" de experimentar o modelo americano de RPG ou então pra quem aprecia uma boa história de ficção científica.

O meu maior problema MESMO com o jogo é ele te "FORÇAR" a ser Paragon, pra quem não entendeu, é o seguinte, uma decisão de mesmo peso Paragon te dá mais pontos pra ser totalmente Paragon durante o enredo do que Renegade, ou seja, você é necessário ser MUITO ruim mesmo pra conseguir ser full Renegade, porque o jogo te empurra beneficiando com MUITO MAIS PONTOS pra Paragon.

Pra provar o que digo, numa determinada situação com Wrex, o fato de ajudar ele te dá 29 pontos de Paragon, ser neutro dá nada (olha a merda...), ajudar dando uma dura nele te dá aproximadamente 15 pontos de Renegade ou ser totalmente Renegade (não vou contar como) pode te dar míseros 9 pontos de Renegade.

Escolhendo quais habilidades usar, basta um botão e tudo para até que você decida.

Apesar dos bugs bizarros, esse tipo de conduta do jogo empurrando você a ser uma coisa "boa" porque é do bem é um saco, eu acho que pra um jogo de escolhas, elas devem ter mesmo peso e serem igualmente justas para com o jogador, há quem defenda dizendo que isso é pra forçar o jogador a tentar uma segunda vez a ir pro lado Renegade justamente porque as consequências desse caminho são mais drásticas mas...

...foda-se. Se for assim, mais negócio me botar num caminho linear na primeira jogada e depois abrir o outro oras! Nem faz tanto sentido assim uma vez que a escolha é livre. Assim como as escolhas neutras darem praticamente nada de ponto também serem um saco de ter de tolerar.

Mas apesar de tudo... posso dizer que é um jogo fantástico somente por seu enredo, e por ter culhões o bastante pra botar no jogo a possibilidade de relacionamentos homossexuais quebrando tabus e abordando de forma madura e sutil tais elementos, como eu que joguei com uma Shepard ruiva gatona que de uns pegas na Liara antes da etapa final do game.


Se você aprecia um puta enredo, com diálogos bem feitos e inteligentes, vá em frente, jogue Mass Effect uma vez, duas, ou até mil. Porque vale à pena apesar de tudo. Principalmente com o passar de cada missão os diálogos que vão abrindo com cada personagem é muito bem bolado, motivador  e são tão fodas, que eu me diverti muito mais conversando com a tripulação da nave (principalmente com a galera do grupo) do que fazendo as side-boring-quests do game.

Absurdo o nível das dublagens do game, contrataram uma puta equipe pra isso e não existe nenhum personagem que eu possa dizer que é mal dublado ou tenha algum problema de interpretação. Todos cumprem essa função com maestria. O que é bem raro.

É um jogo de escolhas, e você deveria escolher jogar ele o quanto antes, com tempo, pra apreciar cada detalhe de seu riquíssimo universo, mesmo que ele em alguns casos tenha detalhes desnecessários porém interessantes pra complemento.

Lembrando que seu save pode ser importado pro 2, e depois pro 3 e toda escolha sua tem um peso importante na continuação da aventura, e minha Shepard ruivona terá de lidar com isso em muitíssimo breve.

E se você acha que eu não sou macho porque jogo com uma versão feminina de Shepard, o máximo que posso dizer é foda-se porque ela pegou a Liara e você não.


Otário!


Enjoy!

2 comentários:

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

bacana e como sempre divertido nas zoadas, Junin.

pelo porte, sabe não é? o jogo era de Xbox e PC. e não entendo porque a imagem parece inferior, pois o PS3 acredito ter melhor imagem que o console pão duro do Bill Gates.

sobre os personagens, eu sempre variava. e realmente para muitos a dupla Garrus e Wrex são os melhores. aprendi a gostar da Tali e fiquei surpreso quando compararam os Quarians com os muçulmanos...até no sotaque deles. sobre o Kaidan e a Ashley...achei o Kaidan muito chorão, eu o mandei para a morte. mas ele morreu como herói. pois se ele chegasse no ME3....e sempre caguei litros a Ashley.

e essa foto final..ahh...hipnotizante.só me convenceu a fazer uma Sheperd mulher. e a história se aprofunda um pouco mais

Lenneth Valkyrie disse...

Boa matéria Juninho!Ri muito! Eu a li no celular mas não deu pra comentar então faço isso agora ^^

Esse jogo parece muito bom, o engraçado é que tanto Mass Effect quando Metal Gear Solid eram jogos que eu ouvia falar mas nunca fui atrás pois achava que se tratavam de jogos fps... kkkkkkk Deixa pra lá.

Nem me fale de port porco, eu estou jogando Tomb Raider Underworld no pc e ele é lindo e era um jogo que eu tinha fechado no ps2... Eu quando joguei no ps2 achava estranho um jogo mais novo ter os gráficos inferiores ao jogo anterior (ou seja, o TR Anniversary). Mas assim era o pensamento da Sony, fodam-se os que ainda não compraram o console novo... O pessoal fala que depois que saiu o ps3 os jogos que saiam para o 2 eram todos embaçados... Será que vai acontecer algo parecido nessa transição para o 4?

Talvez a o fato de que não houve pirataria do 3 faça alguma diferença nisso... I wonder